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Avaliação da Qualidade da Água

EFLUENTES

Somos o quarto maior produtor e exportador de suínos do mundo. Esta posição foi alcançada através da substituição de um modelo de produção de subsistência ou de pequena escala por médias e grandes unidades de produção de suínos em confinamento. Apesar de ainda muito concentrada na Região Sul do Brasil, durante a última década acelerou-se a migração desta atividade para as Regiões Centro-Oeste e Sudeste do país. As características ambientais (clima, relevo e solo) e econômicas (tamanho e capacidade de investimento da propriedade, disponibilidade de área agrícola, etc.) distintas destas duas regiões trazem novos desafios para o correto manejo dos efluentes gerados na suinocultura.

A empresa F.A.Z Análises vem investindo em melhorias e equipamentos tecnológicos para atender a este publico crescente, disponibilizando toda acessória para analise ao controle da qualidade de efluentes para reutilização.

 

 

 

 

 

 

 

Muitas tecnologias estão disponíveis atualmente para o manejo dos dejetos líquidos de suínos. No entanto, a seleção destas tecnologias deve considerar os aspectos técnicos e econômicos intrínsecos a cenário, assim como as características da propriedade: número de animais alojados e produção de efluente, disponibilidade de área para uso agronômico dos dejetos, além das eventuais oportunidades para produção de energia e fertilizantes orgânicos para uso in loco ou comercialização.

Considerando estes cenários antagônicos, fica evidente que os sistemas de manejo ou tratamento dos dejetos gerados nestas propriedades devem ser projetados de maneira específica, a fim de satisfazer as necessidades ou oportunidades que emergem de acordo com a demanda regional por fertilizantes, energia e/ou preservação ambiental.

Os dejetos líquidos de suínos são compostos por fezes, urina, sobras de ração, pêlos, areia e água utilizada para limpeza das instalações ou desperdiçada pelos animais. De uma maneira generalista, podemos entender os dejetos como uma mistura de elementos químicos que se apresentam na forma orgânica ou mineral: carbono (C), nitrogênio (N), fósforo (P), potássio (K), cálcio (Ca), magnésio (Mg), sódio (Na), manganês (Mn), cobre (Cu), zinco (Zn), entre outros. Devido a sua maior concentração, o C, N, P e K são os elementos com maior potencial para poluir o solo, os recursos hídricos e a atmosfera e requerem, portanto, manejo, tratamento e destinação adequados.

O armazenamento dos dejetos líquidos de suínos em esterqueiras e o seu uso como fertilizante na agropecuária é a principal prática para manejo dos efluentes da suinocultura utilizada no Brasil e também no mundo, devido a sua simplicidade, baixo custo e redução dos custos de produção das lavouras pela substituição dos fertilizantes minerais (Kunz et al., 2005). A principal desvantagem desta prática, entretanto, é o alto custo de transporte – quando este é feito por caminhões ou tanques tratorizados – que torna economicamente inviável a aplicação dos dejetos em áreas localizadas a partir de alguns poucos quilômetros das esterqueiras devido a sua alta diluição (Girotto e Chiochetta, 2004; Seganfredo e Girotto, 2004). Desta maneira, a disponibilidade de área agrícola nas proximidades das unidades de produção de suínos é o fator que limita inclusive o número de animais que podem ser alojados na propriedade

O C não é considerado um poluente quando aplicado ao solo, visto que este é rapidamente assimilado pela biomassa microbiana nesse meio, embora alguma preocupação com a emissão de gases de efeito estufa (metano (CH4)) seja pertinente. Já o N, P e K, apesar de serem nutrientes altamente demandados pelas culturas agrícolas, quando aplicados em excesso ao solo, podem causar poluição, especialmente através da lixiviação de nitrato (NO3-) e potássio e contaminação das águas subterrâneas, escoamento superficial e eutrofização de reservatórios de água superficiais, ou pelas emissões de amônia (NH3) e óxido nitroso (N2O) para a atmosfera. Desta maneira, o aproveitamento dos dejetos como fertilizantes deve estar baseado nas recomendações técnicas que determinam a dose de dejeto a ser aplicada ao solo em função da concentração de nutrientes do efluente e na demanda destes nutrientes pelo solo e cultura a ser adubada. Onde a empresa F.A.Z Análises preta este tipo de serviço e realiza coleta de amostras onde auxilia a propriedade na tomada de decisão para que a propriedade tenha eficientes resultados com a injeção dos dejetos no solo, visando aumentar a eficiência agronômica e reduzir o impacto ambiental do uso agrícola dos dejetos líquidos de suínos.

 

Fontes: Suinocultura Industrial

Todos direitos reservados: Agribusiness.

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Análise de Água de Poço

Devido ao grande numero de propriedades rurais nas imediações de Uberlândia MG, nosso laboratório F.A.Z Análise , lança este alerta aos proprietários de chácaras, fazendas e sítios ao se abrir  poços artesiano para retirada de agua para o consumo.

Atualmente, tanto pessoas físicas quanto as empresas e também outros setores da sociedade, utilizam a instalação de poço artesiano como uma das maneiras de combater a falta de água ou providenciar água própria no estabelecimento que reside ou atende (no caso de empresas). No entanto, a abertura de um poço artesiano pode gerar problemas, como a má qualidade da água encontrada nesses locais. O responsável pela abertura do poço artesiano deve lembrar que todo reservatório precisa passar pela análise de água antes que o líquido seja colocado à disposição para o consumo humano.

 

Mediante as águas fluírem de maneira natural através do solo, a análise de água do poço artesiano é de importância inestimável, para que se possa conhecer as características sobre o líquido que será ingerido, principalmente se a análise for realizada por uma empresa certificada pelo Inmetro, que passa pelas checagens de qualidade da instituição, como a própria F.A.Z Análise

  • A cor real da água que será ingerida,
  • O pH do líquido.

Ainda assim, para ser consumida, em locais como condomínios por exemplo, é necessário que se obtenha a documentação de dispensa assim como a obtenção da outorga para o uso do poço artesiano. Ambas autorizações só podem ser adquiridas através da análise de água de poço artesiano com laboratórios, de preferência acreditados pela ISO 17025.

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Dois tipos de análise de alimentos que vão te ajudar no processo de controle da qualidade

O mercado alimentício oferece uma infinidade de produtos que atendem aos interesses de cada consumidor, com preços que podem variar bastante. Esses consumidores buscam qualidade e prezam pela garantia de que estão levando o que é designado no rótulo. Nas embalagens, a origem dos ingredientes utilizados para a fabricação deve ser relatada, pois a falta de informação fere o direito do consumidor e a legislação vigente.

A qualidade de um produto ou serviço é adequada quando os mesmos estão em conformidade com as expectativas dos compradores. Sendo assim, quando um alimento é adquirido, presume-se que ele possua realmente as características anunciadas. Neste sentido, para vender um produto de qualidade é necessário ter certeza de que os produtos adquiridos dos fornecedores são de qualidade.

Alguns tipos de análise de alimentos, realizados em laboratório, podem ser aplicados. Algumas dessas análises, são, inclusive, obrigatórias por lei para o processamento e venda de alimentos. Veja abaixo alguns exemplos que podem ser utilizados na avaliação e controle da qualidade desses produtos:

 

Análises microbiológicas

  As análises microbiológicas são realizadas para detectar a presença, em todo tipo de alimento, de bactérias e outros microrganismos nocivos à saúde. Ao realizar uma análise microbiológica, o estabelecimento responsável pela venda ou produção/beneficiamento do alimento se protege de possíveis problemas, como a intoxicação alimentar. A intoxicação alimentar pode ocorrer caso haja a ingestão, pelo consumidor, de um produto contento quantidades suficientes de microrganismos patogênicos. É uma condição grave, que pode levar a óbito. E o estabelecimento produtor/manipulador do alimento é responsável por tais consequências. Por isso, na grande maioria dos casos, as análises microbiológicas são testes em laboratório exigidos por lei. Existem diversos tipos de análises microbiológicas, que detectam diversos tipo de microrganismos. Alguns exemplos são: contagem de coliformes fecais, detecção de Salmonella spp, detecção de Vibrio cholerae, detecção e contagem total de Escherichia coli, detecção de Listeria monocytogenes, contagem total de Clostridium perfringes, contagem de Enterobactérias.

 

Análises físico-químicas

As análises físico-químicas são utilizadas para medir algumas importantes características dos alimentos. Por exemplo, é por meio destas análises que conseguimos determinar quais nutrientes estão presentes em um alimento, base para a confecção da tabela nutricional do mesmo. Além disso, as análises podem ser utilizadas para o controle de qualidade em alimentos, ao aferir o peso, umidade, quantidade de gelo; confirmar a ausência de corantes, conservantes e aromas artificiais; verificar a quantidade de contaminantes.

 

 

 

 

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