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Moradores coletam água preta após chuva e céu escuro em SP

 

Segundo Portal do Holanda, moradores da capital paulista e da Grande São Paulo coletaram água da chuva de cor escura e com cheiro de queimado após nebulosidade intensa que encobriu a cidade por volta das 15h da segunda-feira (19). A cor da chuva pode ter sido alterada pela presença de partículas de fumaça na atmosfera, segundo a meteorologista Beatriz Oyama, do Instituto de Energia e Meio Ambiente (Iema).

Segundo um site de notícias do Globo o repórter cinematográfico Leandro Matozo, da GloboNews, coletou a água que parece conter fuligem em baldes no quintal da casa onde mora, em São Mateus, na Zona Leste da capital. Nas redes sociais, moradores de outros bairros das zonas Leste e Sul da cidade também postaram imagens da água com cor escura coletada na tarde de segunda. Um morador de Santo André e outro de Mauá, no ABC paulista, também registraram a água preta que coletaram da chuva.

Publicado por:  Portal do Holanda

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Análise de Água de Poço

Devido ao grande numero de propriedades rurais nas imediações de Uberlândia MG, nosso laboratório F.A.Z Análise , lança este alerta aos proprietários de chácaras, fazendas e sítios ao se abrir  poços artesiano para retirada de agua para o consumo.

Atualmente, tanto pessoas físicas quanto as empresas e também outros setores da sociedade, utilizam a instalação de poço artesiano como uma das maneiras de combater a falta de água ou providenciar água própria no estabelecimento que reside ou atende (no caso de empresas). No entanto, a abertura de um poço artesiano pode gerar problemas, como a má qualidade da água encontrada nesses locais. O responsável pela abertura do poço artesiano deve lembrar que todo reservatório precisa passar pela análise de água antes que o líquido seja colocado à disposição para o consumo humano.

 

Mediante as águas fluírem de maneira natural através do solo, a análise de água do poço artesiano é de importância inestimável, para que se possa conhecer as características sobre o líquido que será ingerido, principalmente se a análise for realizada por uma empresa certificada pelo Inmetro, que passa pelas checagens de qualidade da instituição, como a própria F.A.Z Análise

  • A cor real da água que será ingerida,
  • O pH do líquido.

Ainda assim, para ser consumida, em locais como condomínios por exemplo, é necessário que se obtenha a documentação de dispensa assim como a obtenção da outorga para o uso do poço artesiano. Ambas autorizações só podem ser adquiridas através da análise de água de poço artesiano com laboratórios, de preferência acreditados pela ISO 17025.

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Dois tipos de análise de alimentos que vão te ajudar no processo de controle da qualidade

O mercado alimentício oferece uma infinidade de produtos que atendem aos interesses de cada consumidor, com preços que podem variar bastante. Esses consumidores buscam qualidade e prezam pela garantia de que estão levando o que é designado no rótulo. Nas embalagens, a origem dos ingredientes utilizados para a fabricação deve ser relatada, pois a falta de informação fere o direito do consumidor e a legislação vigente.

A qualidade de um produto ou serviço é adequada quando os mesmos estão em conformidade com as expectativas dos compradores. Sendo assim, quando um alimento é adquirido, presume-se que ele possua realmente as características anunciadas. Neste sentido, para vender um produto de qualidade é necessário ter certeza de que os produtos adquiridos dos fornecedores são de qualidade.

Alguns tipos de análise de alimentos, realizados em laboratório, podem ser aplicados. Algumas dessas análises, são, inclusive, obrigatórias por lei para o processamento e venda de alimentos. Veja abaixo alguns exemplos que podem ser utilizados na avaliação e controle da qualidade desses produtos:

 

Análises microbiológicas

  As análises microbiológicas são realizadas para detectar a presença, em todo tipo de alimento, de bactérias e outros microrganismos nocivos à saúde. Ao realizar uma análise microbiológica, o estabelecimento responsável pela venda ou produção/beneficiamento do alimento se protege de possíveis problemas, como a intoxicação alimentar. A intoxicação alimentar pode ocorrer caso haja a ingestão, pelo consumidor, de um produto contento quantidades suficientes de microrganismos patogênicos. É uma condição grave, que pode levar a óbito. E o estabelecimento produtor/manipulador do alimento é responsável por tais consequências. Por isso, na grande maioria dos casos, as análises microbiológicas são testes em laboratório exigidos por lei. Existem diversos tipos de análises microbiológicas, que detectam diversos tipo de microrganismos. Alguns exemplos são: contagem de coliformes fecais, detecção de Salmonella spp, detecção de Vibrio cholerae, detecção e contagem total de Escherichia coli, detecção de Listeria monocytogenes, contagem total de Clostridium perfringes, contagem de Enterobactérias.

 

Análises físico-químicas

As análises físico-químicas são utilizadas para medir algumas importantes características dos alimentos. Por exemplo, é por meio destas análises que conseguimos determinar quais nutrientes estão presentes em um alimento, base para a confecção da tabela nutricional do mesmo. Além disso, as análises podem ser utilizadas para o controle de qualidade em alimentos, ao aferir o peso, umidade, quantidade de gelo; confirmar a ausência de corantes, conservantes e aromas artificiais; verificar a quantidade de contaminantes.

 

 

 

 

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Jovem morre por intoxicação 10 horas após comer macarrão

Um jovem de 20 anos morreu após comer um macarrão com molho de tomate, na Bélgica. O alimento havia sido preparado cinco dias antes da ingestão e foi deixado na cozinha à temperatura ambiente. Segundo perícia, o macarrão estava contaminado por uma bactéria conhecida como bacillus cereus, que é altamente letal quando entra em contato com o organismo.

O rapaz, que tinha costume de preparar as refeições da semana no domingo, chegou da escola e aqueceu o espaguete no forno de microondas. Imediatamente depois de comer, ele saiu de casa para suas atividades esportivas, mas retornou 30 minutos depois por causa de dor de cabeça, dor abdominal e náuseas.

Ao chegar em casa, o jovem vomitou muitas vezes e por várias horas, e à meia-noite teve dois episódios de diarreia aquosa, segundo o laudo médico. Ainda de acordo com o documento, o rapaz não recebeu nenhum medicamento e bebeu apenas água. Depois da meia noite, ele adormeceu e foi encontrado morto pelos pais, na manhã seguinte, às 11 horas.

Exames periciais do corpo revelaram que o jovem havia morrido às 4 da madrugada, cerca de 10 horas depois de comer o espaguete. O corpo do rapaz foi autopsiado enquanto amostras do macarrão e do molho foram enviadas para análise no Laboratório Nacional de Referência para Surtos de Origem Alimentar (NRLFO).

A autópsia apontou para necrose hepática, indicando que o fígado havia parado de funcionar, também foram identificados possíveis sinais de pancreatite aguda. A coleta das fezes revelaram a presença de Bacillus cereus, bactéria responsável pela “síndrome do arroz frito”, envenenamento alimentar comumente causado por deixar arroz em temperatura ambiente por várias horas. O espaguete enviado para o NRLFO possuía quantidades significativas de Bacillus cereus, confirmando que o macarrão foi a causa do óbito.

As informações e laudos foram retirados e podem ser encontrados no Jornal of Clinical Microbiology.

Fonte: https://www.folhavitoria.com.br/saude/noticia/02/2019/jovem-morre-por-intoxicaca

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